Cruz Alta sedia Abertura Oficial da Colheita do Trigo no Estado do Rio Grande do Sul – NoroesteOnline.com

Cruz Alta sedia Abertura Oficial da Colheita do Trigo no Estado do Rio Grande do Sul

27 de outubro de 2026
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Cruz Alta foi palco, na manhã desta quinta-feira (22), da Abertura Oficial da Colheita do Trigo no Estado do Rio Grande do Sul, evento que celebra a força da triticultura gaúcha e reconhece a importância da produção de trigo para o desenvolvimento econômico e agrícola do Estado. A cerimônia foi realizada na Fazenda Santa Terezinha, localizada às margens da BR-158. O evento reuniu autoridades, lideranças, entidades e representantes do setor agrícola para marcar oficialmente o início da colheita do cereal, destacando a relevância da cultura do trigo para o agronegócio gaúcho, a geração de renda e o fortalecimento das cadeias produtivas ligadas ao campo.

Para a prefeita de Cruz Alta, Paula Rubin Facco Librelotto, a abertura oficial da colheita reforça o protagonismo agrícola do município, trazendo uma importante reflexão para as dificuldades enfrentadas pelos homens e mulheres do campo. “Quem vive da agricultura sabe das dificuldades enfrentadas a cada safra. A estiagem compromete a produção, as fortes chuvas trazem novos prejuízos e, muitas vezes, o preço dos cereais não corresponde ao investimento e ao trabalho realizado pelo produtor. Por isso, precisamos avançar na construção de políticas permanentes para a agricultura, com seguro agrícola que ofereça proteção efetiva, preço mínimo que dê sustentação à produção e instrumentos que garantam mais segurança diante dos riscos climáticos e de mercado. A agricultura precisa ser uma política de Estado, não apenas de governo. Porque, quando o produtor enfrenta dificuldades, os reflexos chegam a toda a economia, especialmente em municípios como Cruz Alta, que têm no agronegócio uma parte importante de sua força econômica”, destacou.

O deputado estadual Rafael Braga Librelotto reforçou a importância da agricultura para o desenvolvimento do Brasil e destacou a necessidade de políticas públicas permanentes para proteger quem produz. Também ressaltou sua atuação ao lado dos agricultores na luta pela securitização das dívidas rurais, buscando alternativas para que os produtores possam enfrentar as dificuldades financeiras e seguir produzindo. “A agricultura precisa de políticas de Estado, não de governo. O produtor rural enfrenta a estiagem, as fortes chuvas, a instabilidade dos preços dos cereais e, muitas vezes, dificuldades para honrar os compromissos financeiros. Estive ao lado dos agricultores na luta pela securitização das dívidas, porque conheço a realidade de quem trabalha, investe e assume os riscos de cada safra. Precisamos avançar no preço mínimo, no seguro agrícola e em mecanismos que garantam condições para o produtor reorganizar suas dívidas e continuar produzindo. Defender a agricultura é defender quem coloca o alimento na mesa dos brasileiros e sustenta uma parte fundamental da economia do nosso Estado”, destacou.

Profissional do Futuro Unijuí

3 de julho de 2026
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