Dia 26 de julho é comemorado o dia dos avós, aqueles onde mora o aconchego, a paciência, aquelas histórias incríveis, é deles que resultam boa parte de nossas memórias afetivas. É na casa dos avós que a liberdade rola solta, que para comer chocolate não tem hora e ganhar presente não tem data certa. Quem não sente falta de um colinho de vovó? Ou dos conselhos do vovô?
Essa convivência é mutuamente enriquecedora. Estudos mostram o quão valioso é para ambas as partes essa troca. Para os pequenos há o aprendizado em conviver com pessoas diferentes em local diferente da sua casa, que fora de sua casa também pode haver segurança, lidam com rotinas e regras diferentes, e para os avós, esse convívio traz uma renovação, a vida volta a ter sentido e objetivo.
“Acho que ser avós dá sentido à vida. Nos sentimos eternos e é muito bom encontrar em seus rostinhos traços familiares. O amor que sentimos por eles é imenso, faríamos qualquer coisa para vê-los felizes, e quando vemos uma pequena lágrima em seus olhinhos é como uma ferida no coração. Nós os amamos acima de qualquer coisa no mundo” relatam os avós Juarez e Edi Torma, avós de 3 pequenas ferinhas, Pedro de 3 anos, Gustavo de 4 anos e Stefani de 10 anos.

Gustavo e Pedro no jardim da avó.

Pedro ouvindo historinhas do avô.

Juarez e Edi Torma com os netos Pedro, Stefani e Gustavo.
E não é só para os pequenos e para os avós que esse laço traz benefícios. Esse encontro de gerações, faz com que os filhos se aproximem de forma mais humana de seus pais, há uma identificação de papéis, e isso é imensamente gratificante.
“A partir do momento em que me tornei mãe, houve de imediato uma identificação com meus pais, caiu aquele véu de ‘seres distantes de mim’, e isso foi muito enriquecedor para o nosso relacionamento. Hoje, não sei como me viraria sem o ‘socorro’ dos vovôs” conta Silvia Torma, mãe de Pedro.