Devido à estiagem, a Secretaria de Desenvolvimento Social e a Secretaria de Governo do Município, com apoio da Secretaria de Saúde, promoveram oito reuniões entre os dias 14 e 18 de fevereiro, abrangendo todas regiões da zona rural de Panambi. As assistentes sociais atenderam e cadastraram 60 famílias de baixa renda durante a ação, alcançando para cada uma delas um auxílio alimentação (cesta básica) fornecido pela Prefeitura de Panambi, cujo benefício se estende inicialmente por três meses e posteriormente será reavaliado conforme os rumos da estiagem.
O Prefeito Daniel Hinnah e o Vice-Prefeito Henri Markus compareceram às reuniões e conversaram com várias pessoas, verificando de perto os impactos da seca no dia a dia da família do campo e ouvindo sobre suas demandas. Além disso, as equipes da Secretária Beti e do Secretário Marco André Regis também identificaram famílias que se enquadram no novo programa Auxílio Brasil para que elas possam receber mensalmente os benefícios deste programa.
“Nós promovemos ações de desenvolvimento social em diversas frentes, abrangendo um cuidado integral com o nosso cidadão. O atendimento às famílias do interior faz parte destas ações e o auxílio emergencial que criamos é uma das formas de enfrentarmos os impactos do prolongamento da estiagem”, avalia Beti, Secretária de Desenvolvimento Social e Habitação.
“A ação está sendo importante em diversos aspectos, pois além da ajuda com o alimento, Prefeito, Vice, secretários envolvidos e suas equipes vão ao encontro das famílias, conversam e conhecem sua realidade local, mantendo gestores municipais e cidadãos em contato de forma a se realizar um trabalho cada vez mais eficiente e humanizado”, completa o Secretário de Governo Marco André.
O auxílio atende critérios da Lei dos Benefícios Eventuais n° 3.345/2011, que estabelece o enquadramento dos beneficiários em até meio salário mínimo (R$ 605,00) de renda por pessoa na casa, sendo obrigatória a residência na zona rural de Panambi, bem como renda oriunda da atividade rural.