PIX vai ACABAR com o dinheiro físico? Nova tecnologia chega em novembro – NoroesteOnline.com

PIX vai ACABAR com o dinheiro físico? Nova tecnologia chega em novembro

13 de setembro de 2020
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Por conta da pandemia, em que as pessoas diminuíram a circulação em lojas físicas, muitas empresas tiveram que se adaptar a essa nova realidade das vendas online. Diante dessa nova realidade, as compras sem a necessidade do dinheiro físico foram bastante utilizadas. Com o surgimento do Pix, seria, então, o fim do dinheiro físico? Confira:

O sistema Pix

O Pix é o sistema de pagamentos instantâneos, lançado pelo Banco Central do Brasil. Entre os diferenciais, o Pix oferece serviço 24 horas por dia, em todos os dias da semana. A transação acontecerá em até 10 segundos, diferentemente de outros modelos, que podem levar até dias. O lançamento será no dia 16 de novembro.

Pix ganha adesão entre as instituições financeiras

Atualmente, somente as instituições com mais de 500 mil contas ativas de clientes possuem a obrigatoriedade de terem o Pix. Apesar de ser facultativo para as demais instituições financeiras e de pagamentos, existe grande possibilidade de estas aderirem ao sistema, por conta das vantagens proporcionadas.

Diversos bancos já anunciaram a adesão ao sistema. Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, também demonstrou esse otimismo em relação aos interessados em integrar o Pix:

“Confio que as instituições participantes desenvolverão modelos de negócio e estratégias interessantes e economicamente atrativas, ofertando o Pix às empresas de modo a refletir o baixo custo e agregar serviços que gerem valor para os clientes” afirma em reunião plenária do Fórum Pagamentos Instantâneos.

Seria o fim do dinheiro físico?

De acordo com uma pesquisa do Instituto Locomotiva, o Brasil tem 45 milhões de pessoas que não utilizam conta bancária. Essa parcela movimenta R$ 800 bilhões. Ou seja, grande parcela dos consumidores ainda usa o dinheiro vivo para as transações financeiras.

Fábio Terra, pesquisador em política monetária e professor de Economia da UFABC, acredita que o dinheiro físico ainda tem grande relevância no país.

“O Brasil é, por conta da desigualdade social, um país em que uma vasta parcela da população não acessa o sistema bancário. Então, eles não vão usar moeda bancária, cartão de débito, conta corrente, depósito à vista, transferência. Eles vão usar dinheiro vivo”, afirma em entrevista ao Brasil de Fato.

Em suma, diversas formas de pagamento, além do dinheiro físico, já têm sido utilizadas pelas pessoas — como o TED, DOC, boleto, cheque e cartões o que abre espaço para todos os modos, de acordo com as preferências. O consumidor, agora, tem mais uma possibilidade de transação, com o sistema Pix.

Fonte: Terra

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