A Corte Suprema de Justiça da Argentina manteve a ordem de prisão preventiva contra a atual senadora Cristina Kirchner, ditada pelo juiz federal Claudio Bonadio. A ex-presidente é acusada de acobertar parte da investigação sobre o atentado contra a Associação Mutual Israelense Argentina (Amia), em 1994.
A decisão, contudo, não significa que Kirchner será presa nem impedida de se candidatar às eleições presidenciais de outubro deste ano, em disputa contra o atual presidente, Maurício Macri.
A instância máxima da Justiça argentina recusou por unanimidade nesta quinta-feira, 7, os recursos apresentados pela defesa de Kirchner e ratificou o processo contra a ex-presidente, assim como a ordem de prisão preventiva ditada por Bonadio.