Após anúncio do presidente Jair Bolsonaro de que o general Floriano Peixoto deixa o cargo de ministro da Secretaria-Geral da Presidência para assumir os Correios a partir de segunda-feira, o militar afirmou que trabalhará para fortalecer os indicadores financeiros da estatal e evitou falar em privatização. “Eu prefiro não adiantar nada neste particular. Minha missão é resgatar a credibilidade, é fortalecer o desenvolvimento financeiro da instituição. E essa questão relativa a privatização ficará para decisão do presidente”, afirmou em pronunciamento a jornalistas.
Ele esclareceu que a sua saída da Secretaria-Geral da Presidência não ocorreu devido a desentendimentos, mas por comum acordo com Bolsonaro. “Presidir os Correios me enche de satisfação, pelo grau de confiança do presidente. Sou soldado e vou cumprir a missão; vou continuar com a inquestionável lealdade ao presidente Bolsonaro”, declarou.