“Eu sou uma pessoa calma e tranquila”, disse Graciela em depoimento nesta manhã no tribunal em Três Passos
Graciela Ugolini, esposa de Leandro Boldrini, acusada de ter assassinado seu enteado, Bernardo Boldrini, com injeção letal com a medicação Midazolan e ainda de ter ocultado o corpo em uma cova no interior de Frederico Westphalen, na localidade de Linha São Francisco, no distrito de Castelinho. Após o menino ser colocado na cova, foi jogado soda cáustica na tentativa de destruir o corpo.
Graciela, a Kelli, como é conhecida, contou a juíza que morou com os pais até os 15 anos de idade, na cidade de Santo Augusto, depois se mudou para Ijuí, onde veio estudar em um internato e deu continuidade aos estudos, morando cerca de sete anos em Ijuí.
Quando saiu de Ijuí morou um tempo em Porto Alegre, voltou para o interior onde trabalhou em uma aldeia indígena até se mudar para Três Passos, onde conheceu Boldrini. No início da relação com o médico, Kelli disse que sabia que ele tinha um filho e que amava o Bernardo e percebia que o menino tinha carência afetiva.