No início de seu depoimento, Gerson da Rosa Pereira que era chefe do Estado-Maior da BM, cumprindo papel em operações, chorou ao lembrar que os filhos poderiam ter ido na festa da boate Kiss no dia da tragédia, mas que não foram.
O bombeiro contou ainda que a situação se tornou preocupante já quando souberam que o incêndio naquela noite era na boate Kiss e que logo em seguida foram informados que já haviam 30 mortos. “Quando me disseram que tinham mais de 30 óbitos a situação ficou muito tensa”, disse Gerson.
Gerson voltou a se emocionar quando relatou o transporte e identificação dos corpos das vítimas da Kiss.
Assista ao depoimento: