A Seleção Brasileira Sub-17 se tornou tetra campeã mundial da categoria ao vencer o México de virada por 2 a 1 – NoroesteOnline.com

A Seleção Brasileira Sub-17 se tornou tetra campeã mundial da categoria ao vencer o México de virada por 2 a 1

18 de novembro de 2019
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Neste domingo (17), a Seleção Brasileira Sub-17 escreveu mais um capítulo especial na história da Copa do Mundo da categoria. No Estádio Bezerrão, no Gama (DF), a Canarinho saiu atrás no placar diante do México, mas virou com Kaio Jorge e Lázaro, e a vitória por 2 a 1 garantiu o quarto título da competição ao Brasil.

O tetracampeonato do time comandando por Guilherme Dalla Déa chega após uma campanha invicta na competição. Foram três vitórias na fase de grupos, o que colocou a Canarinho no topo do Grupo A. Depois, triunfo por 3 a 2 sobre o Chile, nas oitavas de final. Nas quartas, a equipe bateu a Itália por 2 a 0. E, na fase semifinal, uma virada surpreendente diante da França: 3 a 2.

Foi o quarto título do Brasil na Copa do Mundo Sub-17, que também faturou as edições em 1997, 1999 e 2003.

Jogo

O clima de decisão tomou conta da partida desde o apito inicial, quando Yan Couto fez boa jogada pela direita, cruzou fechado e viu a bola passar por trás do gol mexicano. Mas a primeira finalização mesmo saiu aos 11 minutos, com João Peglow, que arriscou da entrada da área, à direita da meta adversária.

O domínio da Canarinho seguiu e, aos 13, Yan cruzou da direita e a bola sobrou para Gabriel Veron finalizar por cima. Logo depois, Kaio Jorge fez ótima jogada pela esquerda, entrou na área e rolou para trás, onde Peglow chutou de primeira e acertou o travessão.

A pressão na parou, e a Canarinho ainda ficou perto de marcar em outros dois chutes de Peglow: um defendido por Garcia, e outro que saiu rente à trave direita. Outra boa oportunidade para o Brasil foi aos 28, após cruzamento de Patryck pela esquerda, que fez a bola chegar em Veron, que chutou de primeira e viu Garcia fazer a defesa. O goleiro mexicano ainda segurou as finalizações de Peglow e Patryck antes do jogo ir para o intervalo.

No segundo tempo, o México foi quem começou assustando. Logo no primeiro lance, Martínez lançou na área, e Luna pegou de primeira, mas mandou para fora. O Brasil respondeu na sequência, com Kaio Jorge arriscando de fora da área e Garcia fazendo a defesa.

Aos seis, Peglow lançou na medida para Kaio Jorge, que finalizou de primeira, mas por cima da meta mexicana. A pressão da Canarinho seguiu com uma bomba de Patryck, que Garcia espalmou. Depois, Peglow recebeu na área, dominou e chutou forte rente à trave esquerda dos adversários. O México, que pouco criou, encontrou espaço aos 20 minutos, quando Gonzáles recebeu cruzamento e cabeceou para fazer 1 a 0.

A Canarinho não desanimou e seguiu ofensiva. Aos 27, Diego Rosa recebeu de Veron e chutou da entrada da área à esquerda do gol mexicano. No minuto seguinte, Lázaro também foi acionado por Veron e bateu por cima do travessão.

Nos minutos finais, Lázaro recebeu na área, mas o chute parou em Guzman. Daniel Cabral arriscou de fora da área e acertou a trave. No rebote, Veron cabeceou por cima. Logo depois, o árbitro checou um carrinho da defesa mexicana em Veron e assinalou o pênalti. Kaio Jorge cobrou no canto direito e deixou tudo igual na decisão.

O empate fez a torcida se animar ainda mais no Bezerrão e empurrar a Canarinho. Sem perder o ímpeto, a Seleção Brasileira seguiu no ataque e, já nos acréscimos, saiu o merecido gol do título. Yan cruzou da direita, e Lázaro bateu de primeira para decretar o tetracampeonato brasileiro.

Ficha técnica

Brasil: Matheus Donelli; Yan Couto (Garcia), Henri, Luan Patrick e Patryck; Daniel Cabral e Diego Rosa; Gabriel Veron, Pedro Lucas (Matheus Araújo) e João Peglow (Lázaro); Kaio Jorge. Técnico: Guilherme Dalla Dea.

México: Eduardo García; Emilio Lara, Victor Guzmán, Alejandro Gomez e Rafael Martínez; Eugenio Pizzuto, Efrain Alvarez (Ali Avila), Josue Martinez e Bryan González; Santiago Muñoz (Joel Gomez) e Israel Luna (Bruce El-Mesmari). Técnico: Marco Ruíz.

Arbitragem: Andris Treimanis (LET), auxiliado por Haralds Gudermanis (LET) e Aleksejs Spasjonnikovs (LET).

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