Chega a 12 o número de mortes por gripe no Rio Grande do sul, mais três óbitos foram registrados. Um bebê e dois idosos foram as vítimas mais recentes. A criança, um menino de cinco meses, de Capão do Leão, não tinha sido vacinada, já que não há recomendação para isso antes dos seis meses de vida. Segundo a Secretaria Estadual da Saúde, é a segunda morte do ano envolvendo bebês. Entre os dois idosos mortos, um deles, de 74 anos, residente de Três Coroas, tinha histórico de doença cardiovascular crônica e diabetes. A vítima também se contaminou com o H1N1. Outro idoso, de 62 anos, sem histórico de doenças, morreu após complicação do vírus em Pinhal da Serra. De acordo com o boletim epidemiológico divulgado nesta quarta-feira (3) pelo Centro Estadual de Vigilância em Saúde (CEVS), o total de mortes em decorrência da gripe ainda é bem menor que o índice de 2018, quando, nessa mesma época do ano, 33 pessoas haviam falecido. – NoroesteOnline.com

Chega a 12 o número de mortes por gripe no Rio Grande do sul, mais três óbitos foram registrados. Um bebê e dois idosos foram as vítimas mais recentes. A criança, um menino de cinco meses, de Capão do Leão, não tinha sido vacinada, já que não há recomendação para isso antes dos seis meses de vida. Segundo a Secretaria Estadual da Saúde, é a segunda morte do ano envolvendo bebês. Entre os dois idosos mortos, um deles, de 74 anos, residente de Três Coroas, tinha histórico de doença cardiovascular crônica e diabetes. A vítima também se contaminou com o H1N1. Outro idoso, de 62 anos, sem histórico de doenças, morreu após complicação do vírus em Pinhal da Serra. De acordo com o boletim epidemiológico divulgado nesta quarta-feira (3) pelo Centro Estadual de Vigilância em Saúde (CEVS), o total de mortes em decorrência da gripe ainda é bem menor que o índice de 2018, quando, nessa mesma época do ano, 33 pessoas haviam falecido.

4 de julho de 2019
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O autoproclamado presidente da Venezuela, Juan Guaidó, afirmou nessa quarta-feira (3) que “nunca” haverá um bom momento para negociar com a “ditadura” de Nicolás Maduro, descartando uma nova rodada de conversas para pôr fim à crise política que o país vive.

Guaidó e Maduro haviam enviado representantes a Oslo em maio, para discussões incentivadas pelo governo da Noruega, mas as partes não conseguiram chegar a qualquer tipo de acordo. No sábado, pessoas familiarizadas com o assunto disseram à agência Reuters que as negociações seriam reiniciadas nesta semana.

Guaidó, por sua vez, afirmou que não havia “anúncio oficial de que ele compareceria a uma nova rodada” de diálogo.

“Nunca será um bom momento para a mediação… com sequestradores, violadores de direitos humanos, e com uma ditadura”, disse Guaidó a jornalistas na Assembleia Nacional, controlada pela oposição e dirigida por ele.

Os comentários de Guaidó ocorrem quando a oposição expressa indignação diante da morte, na semana passada, do capitão da Marinha Rafael Acosta, enquanto estava detido em custódia militar. A esposa do capitão e grupos de direitos humanos acusam o governo Maduro de torturar Acosta e de se recusar a esclarecer as circunstâncias da morte.

Vale ressaltar ainda que o procurador-chefe da Venezuela acusou, na segunda-feira (1º), dois oficiais de Inteligência de homicídio em conexão com a morte de Acosta, sem explicar como ele teria sido morto.

Fonte: O Sul

Profissional do Futuro Unijuí

3 de julho de 2026
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