Paolo Guerrero voltou a Lima para jogar contra a “equipo de sus amores”, como reiteram os jornais do Peru há dias. O país vive uma verdadeira “Guerreromania” e, com altas doses de expectativa, aguarda o momento de a bola rolar para Alianza Lima x Inter, nesta quarta-feira, no Estádio Nacional. Para todos, será um jogo especial, mas ainda mais para o centroavante, que jamais atuou em uma competição de clubes em gramados do país.
“Paolo é formado no Alianza e jogou muitos anos aqui (nas categorias de base). Há uma tremenda expectativa por este jogo por parte do povo peruano. Ele é um filho querido do país, uma espécie de embaixador do nosso futebol pelo mundo”, resumiu o gerente esportivo do Alianza, Gustavo Zevallos. Ele garante que Guerrero será homenageado antes do jogo e, embora não confirme, a expectativa é que grande parte dos 50 mil torcedores que irão ao estádio torcerão exclusivamente para Guerrero − e, por consequência, para o Inter.
Guerrero saiu do Alianza Lima com apenas 16 anos para atuar pela Bayern, na Alemanha. Como foi transferido muito cedo, jamais atuou pela equipe principal do clube em partidas oficiais − ele esteve em campo com a camisa do Alianza Lima em dezembro de 2015, quando era do Flamengo, em um amistoso que marcou o final da carreira de Waldir Sáenz, maior artilheiro da história do clube. Pela seleção peruana, por outro lado, já foram várias partidas no país.