Inflação do aluguel cai pelo segundo mês consecutivo – NoroesteOnline.com

Inflação do aluguel cai pelo segundo mês consecutivo

11 de dezembro de 2018
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O IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado), conhecido como a inflação do aluguel, recuou 1,16% na primeira prévia de dezembro, após ter caído 0,11% na primeira prévia de novembro. A informação foi divulgada nesta terça-feira (11) pela FGV (Fundação Getúlio Vargas). Com o resultado, o índice acumula alta de 7,45% no ano e avanço de 7,45% em 12 meses.

O IPA (Índice de Preços ao Produtor Amplo) caiu 1,70% no primeiro decêndio de dezembro. No mesmo período do mês de novembro, o índice havia caído 0,31%. Na análise por estágios de processamento, os preços dos Bens Finais variaram em média -0,34% em dezembro, ante -0,17% em novembro.

Contribuiu para o movimento o subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de 0,79% para -0,34%. O índice correspondente aos Bens Intermediários variou -2,32%, contra 0,58% no mês anterior. A principal contribuição para este recuo partiu do subgrupo materiais e componentes para a manufatura cuja taxa passou de 1,51% para -2,63%.

O índice referente as Matérias-Primas Brutas variou -2,53% no primeiro decêndio de dezembro, após queda de 1,59% no mês anterior. Contribuíram para o recuo da taxa do grupo os seguintes itens: minério de ferro (-1,30% para -4,95%), cana-de-açúcar (0,80% para -2,02%) e mandioca (aipim) (8,67% para -0,58%). Em sentido oposto, vale citar milho (em grão) (-7,25% para 0,78%), soja (em grão) (-4,99% para -3,44%) e bovinos (-0,91% para 0,70%).

O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) variou -0,16% no primeiro decêndio de dezembro, ante 0,30% no mês anterior. Cinco das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação, com destaque para o grupo Transportes (0,36% para -0,92%).

Nesta classe de despesa, vale mencionar o comportamento do item gasolina, cuja taxa passou de 0,75% para -4,68%. Também foram computados decréscimo nas taxas de variação dos grupos Alimentação (0,49% para -0,03%), Habitação (0,09% para -0,19%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,51% para -0,02%) e Vestuário (0,43% para -0,44%).

Nestas classes de despesa, as maiores influências observadas partiram dos seguintes itens: hortaliças e legumes (16,39% para 3,24%), tarifa de eletricidade residencial (0,04% para -1,37%), artigos de higiene e cuidado pessoal (0,67% para -1,87%) e roupas (0,68% para -0,55%).

Em contrapartida, os grupos Educação, Leitura e Recreação (0,04% para 0,73%), Comunicação (0,11% para 0,15%) e Despesas Diversas (0,00% para 0,20%) apresentaram acréscimo em suas taxas de variação.

Nestas classes de despesa, vale mencionar o comportamento dos itens: passagem aérea (-0,68% para 13,01%), pacotes de telefonia fixa e internet (0,49% para 0,63%) e tarifa postal (0,00% para 3,49%).

O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) variou 0,06% no primeiro decêndio de dezembro. No mês anterior, esse índice havia subido 0,29%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços variou 0,13%. No mês anterior a taxa foi de 0,63%. O índice que representa o custo da Mão de Obra não registrou variação pelo segundo mês consecutivo.

Fonte: O Sul

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3 de dezembro de 2018
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