Confirmado sétimo caso de sarampo no RS – NoroesteOnline.com

Confirmado sétimo caso de sarampo no RS

4 de julho de 2018

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) confirmou nesta quarta-feira (04), mais um caso de sarampo – o sétimo no Rio Grande do Sul. Uma mulher, de 29 anos, moradora do município de Vacaria, teve contato com um dos casos anteriormente confirmados em Porto Alegre e foi infectada. Um outro caso suspeito da doença foi identificado na capital gaúcha e segue em investigação.

A primeira notificação de sarampo no RS aconteceu em março deste ano, e foi em uma criança de 1 ano, não vacinada, que vive em São Luiz Gonzaga e eu se contaminou em viagem à Europa, onde há um surto da doença.

Segundo a SES, qualquer indivíduo que apresentar febre e manchas no corpo acompanhadas de tosse, coriza ou conjuntivite deve procurar os serviços de saúde para investigação – principalmente aqueles que estiveram recentemente em locais com circulação do vírus.

Em caso suspeito deve ser informado imediatamente às secretarias municipais ou por meio do Disque Vigilância 150. “A mais efetiva forma de prevenção é a vacinação. Para ser considerada vacinada, a pessoa precisa ter o registro em caderneta de vacinação conforme esquema vacinal. A rede pública de saúde disponibiliza gratuitamente a vacina tríplice viral para a população de 12 meses a 49 anos de idade e para profissionais de saúde e demais pessoas envolvidas na assistência à saúde hospitalar”, informou a pasta.

Outros casos

A primeira notificação de sarampo no RS aconteceu em março deste ano, e foi em uma criança de 1 ano, não vacinada, que vive em São Luiz Gonzaga e eu se contaminou em viagem à Europa, onde há um surto da doença.

A segunda confirmação foi em uma estudante de 25 anos, de Porto Alegre, que esteve em Manaus, onde também há surto da doença. Em seguida, quatro moradores da capital vinculados à estudante testaram positivo para sarampo.

São considerados vacinados:

– Pessoas de 12 meses a 29 anos que comprovem duas doses de vacina com componente sarampo/caxumba/rubéola;

– Pessoas de 30 a 49 anos que comprovem uma dose de tríplice viral;

– Profissionais de saúde, independentemente da idade que, comprovem duas doses de tríplice viral.

Profissional do Futuro Unijuí

3 de julho de 2026
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