Rio Grande do Sul já acumula mais de 190 mil casos de coronavírus. Mortes chegam a 4.782 – NoroesteOnline.com

Rio Grande do Sul já acumula mais de 190 mil casos de coronavírus. Mortes chegam a 4.782

30 de setembro de 2020
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O mês de setembro chegou ao fim nesta quarta-feira (30) com mais 2.478 testes positivos e outros 59 óbitos por coronavírus no Rio Grande do Sul. Conforme o novo boletim da SES (Secretaria Estadual da Saúde), o número de confirmações desde março subiu para 190.572, sendo que em 92,7% dos casos o paciente está curado. Já o contingente acumulado de gaúchos mortos pela Covid é de 4.782.

Dos 497 municípios do Estado, três ainda não têm qualquer registro de contágio. São eles Cerro Branco (Região Central), Coqueiro Baixo (Vale do Taquari) e Garruchos (Fronteira-Oeste). O grupo, formado por localidades de pequeno porte e com baixa densidade demográfica, representa pouco mais de 0,5% do total.

Ainda no que se refere às perdas humanas para a pandemia no Rio Grande do Sul, o levantamento mais recente abrange desde duas mulheres de 33 anos até duas anciãs de 102 anos. A prevalência de idosos entre os desfechos fatais, porém, é ressaltada pelo fato de apenas oito desses 59 indivíduos terem menos de 60 anos.

Óbitos

– Alvorada (homem, 73 anos);

– Alvorada (homem, 78 anos);

– Alvorada (mulher, 62 anos);

– Arroio do Sal (homem, 84 anos);

– Bom Princípio (homem, 74 anos);

– Cachoeira do Sul (homem, 71 anos);

– Cachoeirinha (mulher, 90 anos);

– Cachoeirinha (mulher, 33 anos);

– Cachoeirinha (mulher, 59 anos);

– Campo Bom (mulher, 74 anos);

– Campo Bom (mulher, 81 anos);

– Canoas (mulher, 90 anos);

– Capão do Leão (mulher, 53 anos);

– Caxias do Sul (mulher, 83 anos);

– Caxias do Sul (homem, 64 anos);

– Caxias do Sul (homem, 31 anos);

– Charqueadas (homem, 50 anos);

– Cruz Alta (homem, 91 anos);

– Dois Irmãos (mulher, 69 anos);

– Estância Velha (homem, 68 anos);

– Farroupilha (homem, 64 anos);

– Ijuí (mulher, 81 anos);

– Ijuí (homem, 55 anos);

– Lajeado (mulher, 81 anos);

– Lajeado (homem, 83 anos);

– Novo Hamburgo (mulher, 42 anos);

– Parobé (mulher, 70 anos);

– Passo Fundo (mulher, 99 anos);

– Pelotas (homem, 73 anos);

– Porto Alegre (homem, 74 anos);

– Porto Alegre (mulher, 37 anos);

– Porto Alegre (homem, 75 anos);

– Porto Alegre (homem, 67 anos);

– Porto Alegre (homem, 69 anos);

– Porto Alegre (mulher, 79 anos);

– Porto Alegre (mulher, 33 anos);

– Porto Alegre (homem, 86 anos);

– Porto Alegre (homem, 68 anos);

– Porto Alegre (mulher, 102 anos);

– Porto Alegre (homem, 90 anos);

– Porto Alegre (homem, 67 anos);

– Rio Grande (mulher, 80 anos);

– Rio Grande (mulher, 91 anos);

– Rio Grande (homem, 74 anos);

– Rio Grande (homem, 93 anos);

– Santa Maria (homem, 65 anos);

– Santa Maria (mulher, 44 anos);

– Santa Maria (homem, 76 anos);

– Santa Maria (homem, 87 anos);

– Santo Ângelo (homem, 76 anos);

– São Leopoldo (mulher, 102 anos);

– São Leopoldo (mulher, 65 anos);

– São Leopoldo (mulher, 68 anos);

– São Valentim do Sul (homem, 79 anos);

– Sapiranga (homem, 60 anos);

– Tapes (homem, 71 anos);

– Tavares (homem, 73 anos);

– Uruguaiana (homem, 71 anos);

– Victor Graeff (homem, 65 anos).

Centrais de triagem

Começou por Passo Fundo (Região Norte) e Caxias do Sul (Serra Gaúcha) o funcionamento das centrais regionais de triagem que irão auxiliar e acelerar o envio de amostras de gaúchos para análise de coronavírus em outros Estados. No âmbito do projeto “Testar RS”, está previsto o funcionamento de seis centrais regionais.

O programa do governo do Estado ampliou a testagem de casos suspeitos de coronavírus pelo exame de biologia molecular (PCR), considerado o padrão-ouro para a detecção do vírus.

Até então, o encaminhamento das amostras precisava passar por uma etapa no Laboratório Central do Estado (Lacen-RS), em Porto Alegre, que em paralelo também realiza a testagem, antes de seguir para fora do Estado. Com as centrais regionais, esse fluxo ganha agilidade e diminui o tempo entre a coleta da amostra e o resultado do exame.

As centrais foram montadas nos laboratórios regionais do Lacen em Caxias do Sul, Erechim, Passo Fundo, Pelotas, Santa Cruz do Sul e Santa Maria. Cada um deles abrange população de 1 milhão de pessoas e tem capacidade de receber, conferir, armazenar e despachar até o aeroporto mais próximo 500 amostras diárias. Do Rio Grande do Sul, os testes são encaminhados para laboratórios de referência no Rio de Janeiro, no Paraná ou em São Paulo.

O Testar RS começou no final de julho. Desde lá, 47 mil amostras já foram enviadas para laboratórios de outros Estados. Enquanto no Lacen já foram realizados 57 mil testes. “Somadas, essas centrais podem encaminhar até 3 mil amostras por dia, enquanto o Lacen permanece com as demais regiões e os casos que precisam ser priorizados”, afirma Loeci Timm, farmacêutica bioquímica do Laboratório.

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