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São Luiz está na Série D do Brasileirão, entenda como funciona a competição nacional

28 de março de 2019

O São Luiz volta a disputar o Campeonato Brasileiro após um intervalo de 24 anos. A última vez que o Rubro entrou em campo pelo Brasileirão, na época Série C, foi em 1996. Naquela edição, o São Luiz terminou a competição em 43º lugar entre 58 equipes. Na fase de grupos, onde disputou seis jogos, ganhou dois, empatou um e perdeu três.

Agora, o Rubro volta ao Brasileirão, pela Série D, a 4ª Divisão do futebol nacional. Serão três representantes gaúchos, o São Luiz, o campeão da Copinha RS e o Caxias.

A Série D conta com a participação de 68 clubes, sendo quatro do estado de São Paulo, três do RS, SC, PR, RJ, MG, BA, PE, GO e dois clubes representantes de cada um dos demais estados brasileiros e ainda os quatro clubes rebaixados da Série C do ano anterior. Os times são divididos em 17 grupos de 4, regionalizados, onde jogam dentro do grupo em jogos de ida e volta.

Para a 2ª fase avançam 32 clubes, sendo os 17 primeiros colocados de cada grupo e os 16 melhores 2º colocados, respeitando critérios de pontos, número de vitórias, saldo de gols, gols marcados, gols sofridos e cartões. Os 32 clubes são divididos em mata-mata, ainda regionalizados.

A partir daí avançam os vencedores dos jogos de ida e volta, até chegar às finais. Ao todo, são 16 jogos de ida e volta até se chegar ao campeão. Os 4 primeiros colocados avançam a Série C. Ou seja, os times que se classificarem às semifinais já sobem de divisão.

Para os participantes a Confederação Brasileira de Futebol garante:

Art. 22 – Os clubes farão jus aos seguintes benefícios de ordem financeira:
a) Passagens aéreas para as delegações dos clubes, limitadas a 25 (vinte e cinco)
pessoas por delegação, para distâncias acima de 700km;
b) Passagens rodoviárias ou aluguel de ônibus para as delegações dos clubes para
distâncias de até 700km, inclusive;
c) Cobertura das despesas de hospedagem e alimentação, limitadas a 25 (vinte e cinco)
pessoas por delegação;
d) Despesas com taxas de arbitragem e exames antidoping custeadas pela CBF.

A CBF exige ainda que os clubes participantes tenham estádio com capacidade mínima de 5.000 pessoas para as fases de quartas de finais, semifinais e finais, além de sistema de iluminação adequada para as partidas noturnas.

 

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