Na última semana de outubro, dois apartamentos do Programa Minha Casa Minha Vida – Condomínio Colmeia – retomados pela Caixa Econômica Federal, gestora do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), foram entregues aos novos beneficiários. Os contemplados, Ilda de Campos e Dinarte Antunes de Campos, além de Eliana dos Santos, faziam parte da lista de suplentes nos processos passados.
Durante a solenidade, que ocorreu no dia 31, esteve presente o prefeito Valdir Heck, o gerente-geral da Caixa Econômica Federal de Ijuí, Marcos Rogério Martins, a assistente social Simone Moraes, o secretário de Habitação, Ramsés Lemos, e o síndico do Condomínio Colmeia, Juarez Oliveira.
Marcos Martins parabenizou os contemplados e ressaltou a importância dos novos mutuários cumprirem com suas respectivas obrigações, como pagar as prestações em dia. Ele também lembrou que não é possível transferir, vender ou alugar os imóveis. “Deve o mutuário morar no imóvel, sendo verificado o cumprimento desta exigência pela Secretária da Habitação. Se houver quebra do contrato será encaminhada à retomada do imóvel. Esses que estão sendo entregues, hoje, já foram objetos de retomada, porque tiveram destino diverso daquele contratado”, reiterou. Marcos lembrou que os novos contemplados têm a oportunidade de recebê-los agora e para garantir esse direito devem fazer o bom uso dos imóveis.
Na oportunidade o síndico Juarez Oliveira respondeu as perguntas dos futuros moradores, ressaltando a necessidade de manter em dia as taxas do condomínio, a importância do convívio com outros moradores e a conservação e cuidados com os imóveis
O secretário de Habitação, Ramsés Lemos, corroborou as explanações dos demais e ressaltou que estes contemplados estão recebendo os apartamentos porque participaram de um processo legal e nele figuram como suplentes. “Esses imóveis entregues são remanescentes da seleção passada”, reiterou.
A assistente social da SMH, Simone Moraes, destacou a transparência do processo de seleção dos contemplados, requisito empregado em todas as ações as ações da Secretaria. “Acabamos por exigir dos contemplados, inclusive, documentos que não são exigidos pelo FAR, mas que dão segurança e transparência, como a certidão negativa do Registro de Imóveis”, afirmou.
O prefeito Valdir Heck lembrou que este projeto tem um grande viés social e as prestações são praticamente simbólicas. Valdir Heck lembrou ainda que toda a sociedade contribui para que estas famílias possam receber este imóvel, quando pegam seus impostos. “É com a graça de Deus que os beneficiários estão recebendo um lar. A propriedade definitiva somente ocorrerá após 10 anos”, pontuou.