Todos os réus do caso Bernardo são condenados pelo júri popular – NoroesteOnline.com

Todos os réus do caso Bernardo são condenados pelo júri popular

15 de março de 2019
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Após cinco dias de julgamento, se encerrou às 19h45 o júri no Tribunal do Fórum de Três Passos do caso Bernardo Boldrini, presidido pela juíza Sucilene Engler. Os jurados entenderam que todos os réus tiveram participação no assassinato do menino de apenas 11 anos e resolveram pela condenação.

O pai do Bernado,o médico Leandro Boldrini, foi condenado por homicídio, ocultação de cadáver e falsidade ideológica, com as qualificantes de motivo torpe, promessa de recompensa e pagamento de valores, motivo fútil, emprego de veneno (aplicação de Midazolam), dissimulação e crime contra menor de 14 anos, ainda somou a pena de Leandro o crime ter sido cometido contra o próprio filho.Ao total Leandro Boldrini foi condenado a 33 anos e 8 meses de prisão no regime fechado e 18 dias de multa, no valor de 1/3 do salário mínimo nacional. Como Leandro já cumpriu 1.797 dias de prisão preventiva, a juíza fixou a pena que lhe resta cumprir em 8 anos no regime fechado.

A madrasta de Bernardo, Graciele Ugolini, foi condenada por homicídio e ocultação de cadáver, com as agravantes por motivo torpe, pagamento e promessa de recompensa, motivo futil,emprego de veneno, dissimulação e crime contra menos de 14 anos. Ao total ela foi condenada a 34 anos e 7 meses de prisão no regime fechado e multa de 20 dias, no valor de 1/3 do salário mínimo. Como Graciele já cumpriu 1.797 dias de prisão preventiva, a juíza fixou a pena em 8 anos de reclusão no regime fechado.

A amiga de Graciele, Edelvânia Wirganovicz, foi condenada pelo crime de homicídio e ocultação de cadáver, com agravante de emprego de veneno, motivo torpe,dissimulação e contra menos de 14 anos de idade. Sua pena oi fixada em 23 anos de prisão em regime fechado e 14 dias de multa,no valor de 1/30 do salário mínimo. Considerando que Edelvãnia ficou presa de forma preventiva por 1.197 dias,a juíza fixou que lhe restam cumprir 8 anos de prisão no regime fechado.

O irmão de Edelvânia, Evandro Wirganovicz, foi condenado por homicídio e ocultação de cadáver,com agravantes de emprego de emprego de veneno e dissimulação. Evandro foi condenado a 9 anos e 6 meses anos de prisão no regime fechado e o pagamento de multa no valor de 1/30 do salário mínimo. Como já cumpriu 1.771 dias de prisão preventiva, a juíza entendeu que ele deve cumprir o restante da pena no regime semi-aberto.

Os réus ainda podem recorrer da decisão judicial.

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