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Veja 5 dicas para viajar de carro com seu pet

19 de janeiro de 2022

Durante o isolamento da pandemia, a adoção de animais de estimação deu um salto – e o tempo que os donos aguentam ficar sem o bichinho diminuiu. Tantos meses em casa fez com que as pessoas se apegassem ainda mais aos animais e viajar sem eles passou a ser uma dificuldade.

O casal de jornalistas e blogueiros de viagem e gastronomia Luísa Dalcin e Rafael Sette Câmara, que costumava viajar quase todos os meses antes da pandemia, já não consegue mais ficar longe do Whisky, o seu cão salsicha de 12 anos.

“Sempre viajamos muito de avião e não podemos levá-lo na cabine porque seu peso ultrapassa o permitido pelas companhias. Na pandemia, devido ao isolamento, as viagens de carro passaram a ser a opção mais viável e, com isso, ele começou a nos acompanhar”, conta Luísa.

Hotéis

Tanto o Booking.com quanto o Airbnb possuem filtros de busca que indicam se a hospedagem é pet friendly. Porém, é sempre bom confirmar antes de marcar a viagem, entrando em contato com o local. “Alguns lugares ativam a categoria de pet friendly por engano, ou aceitam só alguns tipos ou portes de animais”, alerta o casal.

Vale ressaltar que as hospedagens não costumam permitir que os bichinhos sejam deixados sozinhos. “Quem decide viajar com o pet deve ter em mente que estará acompanhado por ele o tempo todo, já que dificilmente ele poderá ser deixado no hotel, casa ou apartamento. Ele pode estranhar o local, ficar com medo, chorar, latir, o que, além de ser muito estressante para ele, pode gerar reclamações na vizinhança.”

Refeições

Pesquisar com antecedência sobre restaurantes e bares que aceitam pets não é tão eficaz quanto parece. Primeiro, porque muitos locais que, na teoria, não aceitam, podem abrir uma exceção na hora que você chegar com o pet, especialmente se a casa não estiver cheia. E segundo, porque locais que aceitam animais podem não ser necessariamente um ambiente propício para eles – podem ter muito movimento, por exemplo, ou ter música alta.

Confira cinco dicas para viajar de carro com o seu pet:

1) Fazer uma consulta com o veterinário antes da viagem — Do mesmo jeito que fazemos um check-up antes de jornadas longas, é importante fazer um com o pet antes de viajar. Assim, você evita ter preocupações com ele em uma cidade estranha, onde você não tem uma clínica de confiança. Aproveite a ocasião para confirmar qual remédio e dosagem ele pode tomar caso se sinta enjoado e com ânsia de vômito no carro.

2) Escolher um destino conhecido — Especialmente quando se é marinheiro de primeira viagem nas jornadas com o pet, é preferível escolher um destino que você já visitou sem ele. “Quando se vai para um local totalmente novo, há um rush de pontos turísticos, uma listinha de coisas que fazemos questão de visitar, e o animalzinho pode limitar um pouco esse plano”, argumenta Luísa.

Viajar para um local já conhecido costuma ter um ritmo mais tranquilo, que o pet consegue acompanhar, e você não ficará tão frustrado se perder alguma atração.

3) Manter água, alimentos, remédios e brinquedos à mão — Na hora de fazer as malas, lembre-se de deixar no porta-luvas ou na mala de mão uma garrafa de água e um recipiente para o pet se hidratar, um pouco de alimento, petiscos, os brinquedos favoritos e remédios para enjoo. Se perceber que o pet começa a ficar ansioso ou estressado, vá enrolando com os brinquedinhos até chegar o momento da parada programada.

4) Programar a viagem com paradas — Deixe cidades mapeadas no seu trajeto para paradas programadas a cada uma hora e meia ou duas horas para que o animalzinho possa fazer suas necessidades e passear bastante. Quanto mais ele caminhar, mais cansado voltará ao carro e mais propenso estará a dormir tranquilo.

5) Se possível, viajar acompanhado — Em casos de imprevisto, pode ser necessário resolver algum problema com urgência e é melhor ter com quem deixar o animal, para não dificultar ainda mais as coisas. A companhia também ajuda na hora de fazer um plano de revezamento no cuidado do bichinho: se você faz questão de visitar algum ponto turístico que não aceita animais, por exemplo, pode deixá-lo sob os cuidados do outro tutor.

Fonte: O Sul

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