Lula candidato?

O PT e partidos ligados a esquerda tentavam de todas as formas coloca Lula na disputa da corrida presidencial, mesmo ele estando preso.
Lula até figurou nas pesquisas presidenciais e nos santinhos e material de divulgação do PT, com Haddad como vive.
No dia 07 de agosto de 2018, a Lei Maria da Penha completou 12 anos. A legislação consiste em um marco fundamental das políticas que buscam lutar contra a violência doméstica. Nas palavras da diretora da Divisão de Política de Atendimento à Mulheres, Gabriela von Beavouis, “antes da Lei Maria da Penha, o homem que agredia a mulher era considerado um covarde. Depois da Lei Maria da Penha, ele é considerado um criminoso”.
Entretanto, indo na “contra-mão” do aniversário lei, diversos casos de feminicídio viraram notícia e chocaram o país. Em Recife, José Luiz da Silva foi preso em flagrante após matar, a tiros, Josefa Maria da Silva – a então namorada de sua ex-companheira. Já em Santa Catarina, Marcelo Kroin assassinou a esposa Andreia Campos de Araújo, grávida de três meses. Esses e outros casos se juntaram à Tatiane Spitzner – morta em julho de 2018, sendo o marido Luís Felipe Manvailer o principal suspeito – e causaram indignação na população brasileira.
Contudo, o fato de a violência contra a mulher ser comum no Brasil já é sabido há tempos. Em 2016, Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou um relatório que colocou nosso país em 5º lugar no ranking mundial de feminicídios. O Mapa da Violência de 2015 ainda apontou que a taxa de assassinatos de mulheres negras cresceu 54% – passando de 1.864 casos em 2003 para 2.875, em 2013. Em agosto de 2018, o Fórum Brasileiro de Segurança Pública lançou um relatório que denunciou o aumento dos casos de estupro no país. O relatório também incluiu, pela primeira vez, estatísticas sobre violência doméstica.
No final de agosto de 2018, imigrantes venezuelanos que estavam dormindo nas ruas de Pacaraima – cidade de Roraima que faz fronteira com a Venezuela – foram expulsos por brasileiros. O motivo dessa expulsão foi o assalto a um comerciante da cidade, caso em que a Polícia Militar local suspeita ter sido realizado por venezuelanos. Após os imigrantes atravessarem a fronteira em direção à Venezuela, indígenas e pacaraimenses bloquearam a BR-174 em protesto. Esse grupo exigia uma maior ação por parte do Governo Federal para lidar com o fluxo de imigrantes. Entre as reivindicações feitas, estava a do fechamento da fronteira.
A tensão na região já se arrasta há algum tempo e a principal reclamação dos moradores e do governo local é que a vinda desses venezuelanos tem sobrecarregado os serviços públicos e aumentado a sensação de insegurança. A estimativa é que 500 imigrantes cruzem a fronteira diariamente e que, em agosto de 2018, 1500 estavam vivendo nas ruas de Pacaraima – o que equivale a 10% da população local.