As Centrais Sindicais voltadas ao remo dos caminhoneiros garantem ampla paralisação na greve do dia 1º de novembro cuja as pautas de revindicação são o preço do diesel, o valor do frete aposentadoria especial para caminhoneiros.
No entanto, os caminhoneiros da região de Ijuí ouvidos pela reportagem do Noroeste Online garantem que não vão parar e que há pouca ou quase nenhuma mobilização para isso entre os motoristas autônomos e também aqueles que são funcionários de empresas.
Os caminhoneiros alegam que não vão parar pois entendem que uma greve agora, no final da pandemia, seria ainda pior para a economia e também o fato de ficar parado na estrada, longe de casa, gera mais prejuízo ao motorista.