A avenida Emílio Glitz uma das principais vias da zona oeste da cidade está em estado precário de conservação. É por ela que a maioria dos moradores do Getúlio Vargas, Alvorada, Herval, Elizabeth, parte do São Geraldo, Industrial, Ferroviário e Luiz Fogliatto se deslocam para acessar a Rua do Comércio e posteriormente outras áreas da cidade.
Após receber diversas denúncias de moradores, motoristas e pedestres que utilizam a via, a reportagem do Noroeste Online percorreu as duas pistas da avenida, no trecho entre a Rua do Comércio e a avenida São Luiz, em 1,5 quilômetros de extensão.
Durante o deslocamento, foram contabilizados mais de 160 buracos e desníveis do asfalto. Os buracos são de diversos tamanhos e profundidades e os desníveis são emendas ou reparos no asfalto, a maioria resultante de recapeamento em obras de canalização.
No entanto os buracos e desníveis afetam e muito a vida de quem transita todos os dias pela avenida, gerando prejuízos nos veículos, como desgaste prematuro da suspensão e rasgos em pneus. O ponto crítico dos buracos está defronte ao Centro Social Urbano, onde há dezenas de buracos profundos onde é quase impossível o condutor desviar dos obstáculos.
O tempo chuvoso também contribui para prejudicar ainda mais o asfalto que já é velho e também impossibilita as obras de tapa-buracos.
Fotos e vídeo: Paulo Martins
