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Laboratório de Solos da Unijuí realiza análises básicas e completas à comunidade

3 de agosto de 2021

O Laboratório de Solos da Unijuí é mais do que um espaço de prática para os estudantes e de suporte para a realização de análises de Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs), por exemplo. O espaço atua na prestação de serviços a agricultores, cooperativas, prefeituras, associações e demais entidades da região, realizando análises básicas e completas de nutrientes do solo, teor de argila, pH em água, índice SMP, fósforo e potássio disponível, matéria orgânica, alumínio, cálcio e magnésio trocáveis, de cobre, zinco, ferro, manganês e boro. No Laboratório também são realizadas análises granulométricas, além de análises de tecido vegetal.

“A análise de solos é importante para o desenvolvimento de projetos de planejamento para utilização de áreas. E é por meio desta análise que podemos acompanhar o histórico de cultivo periodicamente e que podemos controlar a capacidade de fertilidade de solo e suas possibilidades a longo prazo, o que reflete em resultados positivos tanto para a agricultura tradicional quanto para a de precisão”, explicou a professora doutora do curso de Agronomia e responsável técnica do Laboratório de Solos, Fernanda San Martins Sanes.

Conforme explica a docente, a análise de solos é solicitada, por exemplo, por algumas instituições financeiras no processo de financiamento para custeio dos cultivos agrícolas, além de ser necessária para o seguro agrícola. “O Programa de Garantia da Atividade Agropecuária – Proagro exige a apresentação de análises química e física do solo. Cada uma possui peculiaridades, podendo ser solicitadas a qualquer momento durante o seguro”, explica a professora.

Integrante da Rede Oficial de Laboratórios de Análise de Solo do Rio Grande do Sul e Santa Catarina (Rolas), órgão que coordena o programa de controle de qualidade das análises de solo, o Laboratório de Solos da Unijuí está atento a alguns cuidados que podem influenciar no resultado da análise, como o período e número de coletas, o material utilizado e as profundidades coletadas. Conforme explica a professora Fernanda, erros podem ocorrer nas etapas de análise, o que pode alterar as recomendações de fertilizantes.

“Um dos erros mais comuns é o de coleta das amostras. Uma amostragem não representativa da área pode causar distorções grandes, maiores que 50% na avaliação de fertilidade”, explica a professora, lembrando que a correta amostragem é mais difícil de ser executada em áreas com sistema de plantio direto, onde há utilização de adubação em linha, pela maior variabilidade, tanto vertical quanto horizontal.

Para quem deseja mais informações, o contato é 3332-0200 – Ramal 3327.

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23 de fevereiro de 2021
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