“Eu era bombeiro e acabei machucando o pé. Me engessaram. E os meus colegas começaram a me chamar de ‘Pé de Bolo’ e o apelido pegou”.
“Ele me disse para ir na livraria e eu fui. Lá, ele me deu uma caneta de ouro e, ali, já fiquei agradecido. Mas, ele botou a mão no bolso e puxou um cheque e me alcançou. Um cheque no valor de 20 a 30 mil reais”.

“Pode ser o pobre que seja, mas faça o seu Natal. Se não puder comer um peru, não coma! Coma uma galinha! Se não pode tomar uma champanhe, faz uma limonada. Mas, fique com a sua família. Abrace na hora da refeição e ore com ela. Porque só o amor transforma o ser humano”.


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