O nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas não será motivo para que ocorra racionamento de energia elétrica ou apagão em 2022.
No encontro, Ciocchi destacou que as chuvas voltaram a ocorrer em outubro, mês que, tradicionalmente, marca o início do período chuvoso. Com a recomposição gradual dos reservatórios, que deve ocorrer até abril, a projeção é que eles cheguem ao período seco de 2022 com mais água do que havia em nesta mesma fase do atual ano.
O diretor-geral do órgão destacou outras razões para o otimismo, como o aumento da capacidade energética.
“Por questões hidrológicas, nestes cenários que estamos trabalhando agora, não vemos nenhuma possibilidade de apagão ou risco de racionamento por conta desse fator. Por outros fatores é outra conversa e seria exercício de futurologia. Mas sabemos que o sistema interligado é bastante robusto, então, devemos ter uma resiliência bastante grande para outros fatores”, afirma.
Ciocchi destacou ainda outras razões para otimismo. Além entender que os reservatórios chegarem ao período seco de 2022 mais cheios do que estavam nesta fase de 2021, abastecidos entre 58% e 62% ao fim do período úmido, o diretor-geral do ONS destaca a expansão da infraestrutura.