O polo norte magnético, aquele para o qual apontam os ponteiros das bússolas, está se movendo mais rapidamente do que o previsto do Canadá em direção à Sibéria, na Rússia, a uma velocidade de 55 quilômetros por ano.
O fenômeno não deve ser visto com preocupação, mas deve provocar uma reprogramação de mapas de navegação aérea e aquática e até de smartphones.
Por conta disso, a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (Noaa) publicou, com um ano de antecipação, o novo modelo magnético da Terra, que dará informações mais precisas para usos militares e civis.