Um ano após OMS declarar a pandemia de Covid-19, mortos passam de 2,6 milhões no mundo – NoroesteOnline.com

Um ano após OMS declarar a pandemia de Covid-19, mortos passam de 2,6 milhões no mundo

11 de março de 2021
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Há exatamente um ano a Organização Mundial da Saúde (OMS) definiu a Covid-19 como uma pandemia. Na época, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom, declarou que a organização estava preocupada com “os níveis alarmantes de contaminação” da doença e com a falta de ação dos governos. Em 11 de março de 2020, existiam mais de 118 mil casos em 114 países e 4,2 mil pessoas já haviam perdido a vida por conta de complicações relacionadas ao novo coronavírus (Sars-Cov-2).

Descrever a situação como uma pandemia, segundo a OMS, não altera a avaliação sobre a ameaça representada por esse vírus. “Os países devem adotar uma abordagem envolvendo todo o governo e toda a sociedade, construída em torno de uma estratégia integral e combinada para prevenir infecções, salvar vidas e minimizar o impacto”, disse, há um ano, o diretor-geral da OMS.

Doze meses se passaram e a situação, atualmente, está muito diferente da verificada naquela data. Atualmente, são mais de 117,1 milhões de casos no mundo inteiro, sendo 66,3 milhões de pessoas consideradas recuperadas. Além disso, o número de óbitos já passa dos 2,6 milhões. Os cinco países com maior número de casos são, respectivamente: Estados Unidos (29,1 milhões); Índia (11,2 milhões); Brasil (11,05 milhões); Rússia (4,2 milhões) e Reino Unido (4,2 milhões)

Com relação ao número de óbitos, o recorde está com os Estados Unidos, que alcançou a marca de 526,4 mil mortes por conta da Covid-19. E, diferentemente da situação dos casos, o segundo lugar com relação aos óbitos fica com o Brasil, que já contabiliza 266,3 mil vítimas fatais da doença. Nesse meio tempo, diferentes medidas foram adotadas. Há países que já passaram por mais de uma fase de lockdown, com restrição total das atividades, com exceção dos serviços considerados essenciais.

Outros países não decretaram lockdown em nenhum momento, como é o caso do Brasil, mas as restrições das atividades comerciais também têm se intensificado nos últimos meses. Isso porque, principalmente nos estados da região Sul do país, o contexto do sistema de saúde tem preocupado os governantes.

Cenas como aquelas vistas na Itália e em outros países da Europa no início de 2020, agora parecem estar se repetindo em território brasileiro. O colapso dos hospitais já se apresenta como uma realidade em diferentes localidades, inclusive no Rio Grande do Sul, onde as Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) têm operado acima do limite da capacidade de 100% nos últimos dias.

Fonte: Correio do Povo

Profissional do Futuro Unijuí

3 de julho de 2026
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